Ars Technica — AI · EUA
A IA do Pocket tornou reais minhas ideias de jogos; agora, a Meta controla os resultados
O Pocket, aplicativo móvel da Meta criado após a aquisição da equipe do extinto Gizmo, permite transformar prompts em “gizmos” interativos sem acesso ao código. Em testes, o app gerou rapidamente protótipos de jogos funcionais e aceitou ajustes por conversa para incluir mecânicas, inimigos, itens, sistemas de pontuação e efeitos sonoros. O processo foi considerado acessível e envolvente, mas apresentou limitações para depuração, ajustes simples e controle de bugs, além de produzir gráficos e sons genéricos.
As criações podem ser compartilhadas como posts, com links que abrem uma prévia em HTML5 no navegador, mas permanecem essencialmente dentro do ecossistema da Meta. A descoberta ocorre principalmente por um feed algorítmico de rolagem infinita, que mistura projetos de baixa qualidade, piadas internas e algumas ideias bem executadas. O formato favorece experiências rápidas, e o feed também parece repetir criações com frequência.
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