Por que projetos de IA falham nas empresas (e o que os 5% fazem diferente)
Estudo do MIT aponta que 95% dos pilotos de IA generativa não geram retorno. O problema quase nunca é o modelo: é o desenho do projeto.
Professor Dorly
Adoção de IA, workshops e enablement corporativo
Estudo do MIT aponta que 95% dos pilotos de IA generativa não geram retorno. O problema quase nunca é o modelo: é o desenho do projeto.
Estratégia, casos de uso e rituais para transformar IA generativa em uso real nas empresas.
Capacitação prática, trilhas e formatos de workshop para equipes técnicas e não técnicas.
Políticas de uso, LGPD e regras mínimas para adotar IA generativa sem improviso.
Quinze termos que decidem se uma conversa sobre IA na empresa avança ou empaca — cada um com a definição, a metáfora e o que ele não é. Abrir o glossário completo →
Harness é o arreio da IA: a camada que decide ferramentas, contexto, permissões e limites. Por que dois produtos com o mesmo modelo entregam resultados opostos.
Automação é caminho fixo: gatilho, passos na ordem, mesmo resultado. Entenda por que, na maioria dos casos, ela resolve melhor e mais barato que um agente.
Chatbot conversa; agente age. Quem decide o próximo passo define custo, risco e supervisão.
Token é a unidade que a IA lê, escreve e cobra, não uma palavra inteira. Entenda por que todo limite e todo preço de IA generativa são contados em fichas, e por que português gasta mais.
Token, prompt, agente, automação, skill, harness: os termos que aparecem em reunião e em proposta de fornecedor, explicados com analogias concretas e com o que cada um não é.
Não existe tabela única de preço: o custo de um workshop de IA é função do escopo. Entenda o que compõe o valor e faça a conta do retorno.
Turma única não atende ninguém; trilha 100% sob medida não fecha a conta. O modelo 70/30: núcleo comum + módulos por perfil com tarefas reais de cada área.
Agentes de IA executam fluxos de ponta a ponta, com limites e supervisão. O que muda na gestão, quais os riscos e qual o primeiro processo para testar.
Dados pessoais em prompts, contratos com fornecedores e decisões automatizadas: o mapa das decisões de LGPD que travam, ou destravam, a adoção de IA.
Entre a empolgação do workshop e o hábito real existe um buraco. Office hours de IA são o ritual que atravessa esse buraco, se forem bem desenhados.
RH é o paradoxo da IA: a área com mais texto repetitivo e mais decisões sensíveis sobre pessoas. O que funciona, o que exige cuidado e por onde começar.
Texto com cheiro de IA é texto ruim: genérico, simétrico, sem opinião. Conheça as marcas em português e o processo para devolver voz ao que você escreve.
A maioria dos profissionais já leva a própria IA para o trabalho, com ou sem aval da empresa. Proibir não funciona: o caminho é mapear e canalizar.
Política de IA boa cabe numa página e responde a 4 perguntas: o que pode, o que não pode, o que exige revisão humana e quais ferramentas são aprovadas.
Prompt bom é briefing bom. O modelo de 4 partes, contexto, tarefa, formato e critério, para equipes não técnicas conseguirem respostas úteis já na primeira tentativa.
Workslop é o trabalho gerado por IA que parece pronto, mas empurra o esforço para quem recebe. O custo é invisível, até você medir.
Estudo do MIT aponta que 95% dos pilotos de IA generativa não geram retorno. O problema quase nunca é o modelo: é o desenho do projeto.
Adoção de IA é transformar trabalho real, não distribuir ferramenta. Entenda o conceito, os sinais de adoção verdadeira e os ingredientes que fazem ela acontecer.
CSAT importa, mas não prova adoção. Veja como medir adoção de IA depois do workshop: uso, confiança, autonomia, qualidade, tempo e casos que viraram rotina.
O que funciona no treinamento de IA generativa para equipes não técnicas: linguagem do trabalho, exercícios reais, material reutilizável e trilhas por perfil.
Roteiro prático de adoção de IA nas empresas: escolher casos de uso, mapear o repertório do time, definir segurança e sustentar o uso depois do workshop.