Ars Technica — AI · EUA
Mensagens de funcionários da Anthropic elogiando pirataria são citadas em processo da Sony
Sony, EMI e Warner Chappell processaram a Anthropic, alegando que a empresa baixou por torrent milhões de livros piratas, incluindo milhares de composições musicais, para desenvolver e operar seus modelos de IA. A ação cita mensagens internas, como “zlibrary my beloved”, e afirma que a Anthropic usou cópias obtidas em bibliotecas piratas, conjuntos de dados não autorizados e livros físicos digitalizados para treinar modelos e testar seus sistemas. As editoras dizem que o Claude reproduz letras protegidas por direitos autorais, combina letras reais com conteúdo gerado por IA e cria músicas que imitam obras conhecidas, prejudicando compositores e reduzindo oportunidades de licenciamento.
As editoras também pedem que a Anthropic divulgue os dados e métodos usados no treinamento de seus modelos. A empresa afirma que a ação recicla alegações de processos anteriores, que o treinamento de modelos generativos constitui uso legítimo e que responderá ao caso.
Compartilhar esta notícia