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IA pode encontrar cura para o câncer, mas chips são desafio, diz CEO da Arm
René Haas, CEO da Arm, afirmou à BBC que o avanço dos computadores e o uso de mais dados em modelos de inteligência artificial poderão ajudar a encontrar uma cura para o câncer que humanos não descobririam durante suas vidas. Ele disse que tarefas como modelar uma célula e entender como o câncer afeta marcadores de DNA ainda são complexas. Chris Bakal, do Institute of Cancer Research, afirmou que sistemas treinados com dados de amostras de pacientes podem reduzir o tempo de desenvolvimento de tratamentos.
Haas também alertou que a escassez de chips limita a expansão da IA e dificulta a construção de novos data centers. Ele projetou o uso amplo de robôs humanoides em diferentes setores na próxima década, considerou exageradas as estimativas de substituição completa de empregos por máquinas e afirmou não ver necessidade de fabricar semicondutores no Reino Unido.
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