The Verge — AI · EUA
Humanos, não uma IA rebelde, continuam sendo o maior risco cibernético para sistemas de energia
Especialistas em cibersegurança ouvidos pela reportagem consideram que o maior risco para os sistemas de energia continua sendo o uso de IA generativa por pessoas mal-intencionadas, e não agentes autônomos fora de controle. A tecnologia permite que adversários menos qualificados lancem ataques mais eficazes, acelerando a exploração de vulnerabilidades e dificultando a resposta das empresas do setor.
A infraestrutura de energia enfrenta riscos adicionais por ser antiga, ter sido conectada à internet depois de construída e, em alguns casos, depender de equipamentos cujos fabricantes já não podem criar atualizações. Entre as medidas citadas estão permitir operações manuais, reduzir a interconexão dos sistemas e melhorar as defesas. Especialistas também defendem mais responsabilidade de governos e empresas de IA, além de restrições e pesquisas sobre o uso da tecnologia na proteção de redes de energia.
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