Ars Technica — AI · EUA
IA deveria atingir duramente recém-formados, mas dados de desemprego indicam o contrário
Um working paper de pesquisadores do CESifo, em Munique, não encontrou evidências de deslocamento significativo e generalizado ou de redução na contratação de recém-formados nos Estados Unidos. A análise de dados do Current Population Survey, do Census, mostrou que a taxa de desemprego de graduados de 22 a 25 anos no verão de 2026 foi de 7,3%, dentro da faixa observada nos anos anteriores. As diferenças entre grupos com maior ou menor exposição potencial à IA não foram estatisticamente significativas.
Os pesquisadores afirmam que os resultados contrastam com um estudo de Stanford baseado em dados de folha de pagamento da ADP, que mede aspectos diferentes do mercado de trabalho. Eles ressaltam que as tendências atuais não permitem prever os próximos anos: se o uso de IA continuar aumentando, as turmas formadas a partir de 2027 podem ser mais afetadas, e serão necessários mais dados para identificar possíveis efeitos.
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