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Deepfakes: como saber se um vídeo de candidato é verdadeiro
Publicado pela fonte em 30/09/2026, 20:00
Vídeos e áudios de candidatos podem ser criados ou alterados por inteligência artificial sem apresentar erros evidentes. Movimentos estranhos da boca, deformações no rosto, sombras incoerentes e falhas em mãos, acessórios ou sincronização servem como alertas, mas não comprovam manipulação. A clonagem de voz também dificulta a identificação, e elementos reais, como logotipos e identidades visuais, podem dar aparência de autenticidade a conteúdos falsos.
Para verificar uma gravação, a recomendação é descobrir sua origem, procurar a publicação original, conferir a data e o conteúdo completo, buscar confirmação em veículos jornalísticos, agências de checagem e canais oficiais e verificar o endereço exato das contas. O TSE exige identificação de conteúdos sintéticos usados em propaganda eleitoral e proíbe deepfakes para favorecer ou prejudicar candidaturas, além de restringir a publicação de novos conteúdos desse tipo em períodos próximos à votação.

