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A confusão que ninguém quer resolver
Publicado pela fonte em 13/10/2026, 06:00
A coluna distingue agentes de IA, que executam tarefas, de IA agêntica, uma arquitetura em que vários agentes coordenam ações para atingir objetivos complexos. Para a autora, modelos de linguagem podem produzir interpretações convincentes, mas isso não equivale a conhecimento verificado e contextualizado. Ela afirma que tratar essas capacidades como autonomia ou conhecimento favorece empresas que vendem os sistemas e concentra o debate em quem os constrói.
A autora argumenta que agentes operam dentro de limites definidos pelas empresas e que seu uso em áreas como saúde, educação e seleção profissional pode afetar diretamente as pessoas. Defende regras que informem quando um agente toma decisões, permitam contestá-las e ofereçam recurso em caso de erro. O risco, segundo a coluna, inclui também delegar a interpretação e o julgamento a sistemas que processam padrões sem considerar plenamente o contexto de cada pessoa.

