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A IA Agêntica e a reconfiguração oculta da infraestrutura de TI
Publicado pela fonte em 12/10/2026, 08:55
A IA agêntica substitui interações pontuais por fluxos de trabalho em que agentes digitais consultam bancos de dados, acionam APIs, executam códigos e coordenam tarefas. Essa operação aumenta a demanda por CPUs e por serviços de orquestração, segurança, memória e dados; se o processador central for insuficiente, as GPUs podem ficar ociosas e os custos operacionais subir. A proporção entre CPUs e GPUs, antes frequentemente de 1 para 4 ou 8, tende a se aproximar de 1 para 1 e pode favorecer CPUs em cenários de alta concorrência.
Com a expansão dos projetos para a produção, o texto defende avaliar a capacidade de processamento por rack dentro dos limites de energia, espaço e resfriamento. A combinação de CPUs, aceleradores e conectividade de baixa latência é apresentada como necessária para evitar gargalos e ociosidade na infraestrutura.

